Background

Bom, vou tomar uma iniciativa com o intuito de melhorar a experiência de rp e movimentar a comunidade, apesar de a do James Roland não ter dado muito certo.

Dever de Casa 2:

Bolar um conto, uma história interessante da vida de seu personagem que ele contaria pra seus companheiros de estrada em uma taverna, acampamento, ou até na escuridão de uma sala gélida da Tumba do Guerreiro Labardén. Essa idéia visa aprofundar o conhecimento sobre os personagens dos outros jogadores, e até do seu próprio à medida que você se esforça pra desenvolver seu background. O formato: um conto de uma história, serve pra ambientar e facilitar a imersão, vai ser mais interessante pra outro jogador ler dessa forma, e ter apenas algumas, mas não todas, informações sobre a história dos outros personagens.

Entra aí a criatividade de cada um, se deseja escrever em 1a ou 3a pessoa; se vai adotar um estilo narrativo mais simplista, ou mais dramático; se o texto seria o próprio personagem contando a história, se inclui em que contexto, a reação dos outros personagens, se seria a narrativa uma recordação apenas, enfim… o importante é que os outros personagens possam saber da história (apesar de a maturidade de jogo permitir que vcs jogadores saibam de conteúdo além do sabido pelos personagens, acho que é melhor, mais agradável até, cada um saber apenas o que o personagem saber sobre cada outro personagem, para manter até um certo mistério).

Então, pontos que devem ser levados em conta:

  • A história deve ser parte importante do background do PJ;
  • Os outros PJs podem saber a história, e presume-se que vão saber, já que supostamente vc está contando pra eles
  • O formato e estilo são livres

É, Mendes, precisamos de uma boa história pra vc jogar com um gnomo paladino

Obviamente que fazer este ”dever” não é obrigatório, mas essas diretrizes visam apenas melhorar o rp e a experiência de jogo, por isso recomendo fortemente. Tenho certeza que a criatividade de vcs vai surpreender a todos.

Obs1: Dentro do limite de tempo de cada um, vamos tentar isso, pois tem personagem do qual eu não sei quase nada de background (Taumurid), ou que eu tenho informações erradas (Tilis, orfanato). Tem gente que não se liga muito em background, mas acho que vale o esforço.

Obs2: Poldo, gostei muito do seu background, mas tem algumas coisas que são papel do mestre, e aí acho que ficam legais como sugestão pra eu usar. Então vou te mandar o background revisto, com o máximo de coisa que eu puder deixar sem causar conflito com a história, tá?

Segue um exemplo, que aliás me deu a idéia, na forma do background que o Kroll me mandou sobre Beorn Bearmantle (com a ressalva de que ele fez em forma de diário, e foge um pouco do propósito inicial pois os PJs pelo menos por enquanto não encontraram esse diário. Mas a idéia foi muito boa e merece ser dividida!):

” [ Retirado de um diário encontrado nas praias da Costa da Espada, assinado por “ Beorn Bearmantle, ex-líder da tribo dos ursos do norte. “ ]

[As transcrições se iniciam a partir do décimo dia de viagem. As anotações anteriores eram ilegiveis.]

Os bárbaros 4.0 são cultos!

10º Dia:

Já faz uma semana que deixamos a aldeia. Começo a acreditar que esse suposto continente não passa de uma lenda; uma lenda que meu avô contava antes de botar seus netos para dormirem. Vovô Zearn era o líder da aldeia. Viviamos passificamente em uma região montanhosa, onde a neve predominava a maior parte do ano. A região era controlada por 4 tribos: Urso, Tigre, Lobo e Cobra. A minha, como deixa claro meu nome, era a tribo do Urso. Nossa maior preocupação , até a chegada dos Dias Negros, eram com o clima e colheita. Foram épocas …. dificuldade […] até poucos sobreviverem […] muita fome […] e , quando o fim se aproxima, ele vem rápido.

Durante 17 anos eu fui o líder da Tribo do Urso, e 4 desses anos foram durante os Dias Negros. E foram os piores. Criaturas estranhas que não estávamos acostumados a ver apareceram de lugares desconhecidos. Os shamans diziam que era o fim. Outros diziam que essas criaturas vinham do Grande Continente. E foi para encontrar este grande continente que eu e mais 8 irmãos saímos da Tribo. Para buscar ajuda, ou encontrar a origem deste mal.

[…] págias ilegiveis […]

16º Dia:

Presenciei um mau presságio esta tarde, enquanto velejavamos. Um pássaro mergulhou para pegar sua presa mas não retornou a superfície. Que o Deus dos mares, seja ele qual for nessa região estranha, tenha piedade de nós. Oferecemos um de nossos cavalos ao mar, como sacrifício, na esperança de acalmar os Deuses. Não parece ter surtido grande efeito. O mar se agita a cada dia mais e sua fúria parece querer nos engolir. [… ]

[ Fim do diário de Beron Bearmantle ]”

Mandem bala!

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10 thoughts on “Background

  1. huahuahu xirô! curti… só q não era um gnomo! eh um hafling! uhauhahuahua

    parabéns pela iniciativa… vou tomar a liberdade de expandir pra todos os personagens de todos os grupos…

    parabéns pelo capricho e dedicação também!

  2. Certa noite, em uma taverna em Queelrod:

    “… e é por isso que eu detesto elfos!! – diz o anão, bufando palavras entre talagadas de cerveja forte.
    – Mas uma única elfa má, não faz todos os elfos serem ruins. – fala um halfling, vestido em belos trajes em meio aos quais pode-se perceber, se olhar bem, várias adagas escondidas.
    – Elfos serão sempre elfos, criaturas esquias, com corpos frágeis e um jeito meio afeminado de andar. Toda a vez que eu vejo um “hic” eu tenho vontade que quebrar ele no meio..
    – Calma Gulok, ou você vai acabar se exaltando demais… (diz o pequenino enquanto observa uma mesa de jogo ao lado)
    – Tiles, você sabe que a gente suou sangue pra capturar aquela filha de uma “hic” … mãe de orelhas pontudas, e o que ela tava fazendo naquele cemitério … você sabe que não é natural.
    – É, levantar os mortos de suas tumbas realmente não é natural, mas você sabe que ela estava trabalhando para forças do mal, então… (enquanto observa uma bolsinha recheada de peças de ouro na cintura de um nobre enbriagado)
    – Aquele filho da p*** do ROGER!!!! Eu ainda mato ele!!! Tenho certeza que foi de propósito que ele deixou ela fugir “hic” se eu tivesse tido um pouco de tempo sozinho com aquela elfazinha nojenta, ah, eu tinha acabado com ela. (Arroto) Ei, coisa feia!! (Chamando a atenção do Orc que limpava o balcão da taverna) Manda outra caneca de cerveja pra mim e outra pro meu amiguinho aqui!!
    – Pra mim, chega de bebidas nesta noite, acho que vou entrar no jogo aqui da mesa ao lado…. aquela besta ainda tem dinheiro e está meio fora de suas perfeitas percepções… (referindo-se ao nobre embebedado)… será uma presa fácil… – e se afasta em direção á mesa de jogo, e sentando-se, é claro, ao lado do humano embriagado, diz: Olá, eu sou o Sr. Sheizapik, como se jogo este jogo de cartas?
    Sozinho, o anão brada: – Pode ir mesmo, eu acho que aquela gatinha alí no canto tá dando mole pra mim “hic” (indicando com o olhar uma anã com um farto busso loiro.)
    Aproximando-se da anã, nosso heroi começa uma conversa com segundas intenções: – Oi, eu sou o Gulok do Clã Batun, e acabo de chegar um uma cidade que estava infestada de mortos-vivos!!! Quer uma cerveja? (entegando a cerveja dispensada por Tiles)
    A anã responde: – Nossa que cheiro delicioso de cerveja com suor…. eu sou a Uarka… vamos beber e farrear hoje!!!”

    No final da noite, Gulok satisfez sua lacivia e Tiles subiu para os quartos com várias peças de ouro do tolo humano.

  3. hahahahaha top! boa davizao!
    aliás, mto fiel ao que ocorreu no jogo!
    esse é o espírito
    haha vlw mendes =)
    vamos participar
    to mexendo na aventura exatamente agora
    abss cocotos

  4. que emoçaaaummmmmmmm *________*

    meu texto foi publicadoooooOQWOWOOWOWWOW

    WTF!!!!111111!1!One eleven 1 !!1

  5. Olá cocotos…aqui vai uma das aventuras do lendário Senhor Sheizapick, mais conhecido como Tilis:

    “Já era noite, eu e meus companheiros, que apesar de serem crianças, eram humanos e possuíam a mesma altura que eu, quando não eram mais altos.
    Precisávamos assaltar a mercearia da cidade, nossos suprimentos estavam se esgotando e o grupo precisava de mais alimentos devido a minha entrada.
    Havíamos planejado aquele roubo o dia inteiro e todos os passos estavam claros em minha cabeça.
    Como eu tinha a melhor lábia, deveria tentar enrolar Cairne, o dono do estabelecimento, enquanto os “Batutinhas” se encarregavam de entrar sorrateiramente e apanhar comida no estoque(Não que eu não desse conta de entrar lá e apanhar tudo, pois afinal, tenho habilidades impressionantes e sou ágil como um gato. Mas naquela época ainda estava desenvolvendo este meu talento e ele não estava tão aprimorado).
    Eu não estaria de acordo com o plano se não soubesse que Cairne possuía péssimo caráter. Costumava vender as mercadorias por um preço muito mais alto, e , como era o único vendedor num raio de muitos quilômetros, as pessoas sofriam para pagá-lo. Também costumava mentir para os moradores da vila, dizendo que vendia 100g do composto quando na verdade havia 50g, e as pessoas, ignorantes, confiavam nele e nunca o questionavam. Mas nessa noite, ele teria o troco!
    Saímos então do esconderijo e chegamos à mercearia. Entrei pela porta da frente e caminhei em direção ao homem. Naquele horário, já não havia nenhum cliente e ele se preparava para fechar a loja. Estava apenas ajeitando algumas prateleiras e passando um pano molhado para tirar o pó.
    Comecei então a puxar um longo assunto com ele, afinal, vocês sabem que a minha lábia conquistaria até a mais bela das princesas né, não que eu não seja bonito, porque sou o halfling mais belo deste planeta, mas é que realmente tenho o dom de convencer as pessoas, né Gulok?
    Mas então, voltando a história, comecei a conversar, puxei alguns assuntos e a conversa ia bem, imaginava se eles já tinham dado conta do recado, quando ouço um enorme estalido vindo dos fundos do lugar. Na hora tive certeza, alguém havia caído e nos denunciado.
    Mas então recorri à habilidade suprema de Tilis.
    Comecei a inventar uma história descabida, nem o Vaultrun(Aquele velho dos 1000 kobolds acreditaria nessa! AHAHAHAHA), disse que aquele barulho foi devido a um Demônio que eu caçava há anos e que o havia seguido até aquele lugar e por isso tinha enrolado tanto tempo lá dentro, estava garantindo a segurança dele. Ele acreditou como um pato!, ficou com tanto medo que se borrou nas calças, e eu fui até o fundo, simulei uma luta, gritos, urros de dor, e um profundo “Ahhhhhhhhh” simbolizando a derrota do demônio.
    Joguei um pouco de tinta verde sobre minha adaga, para simbolizar o sangue do demônio, afinal não teria graça se fosse vermelho.
    Ele ficou estava com tanto medo, que teve pavor de encostar na adaga e ainda me deu, como recompensa, algumas moedas(Algumas…. o filho da puta me deu 10 peças de cobre, mas né, o importante era que estávamos com os alimentos e com todos já longe daquele lugar.)
    Saí pela porta da frente e me botei a correr,me escondendo na primeira árvore que vi. Ainda deu tempo de ouvir um grito absurdamente alto, carregado de raiva e ver Cairne chutar a porta da frente e ficar que nem uma barata tonta me procurando.
    Mas, como era de se esperar, ele nunca me achou! e nós, os Batutinhas tivemos um delicioso banquete naquela noite.”

    Então pessoal, essa é uma história do Tilis, qualquer dúvida é só postar aí.
    Abraçoooos!

    • huahuahua boa marley… curti.

      Mas “Cairne” foi blasfêmia! To’terion, o minotauro, ficou triste ao saber disso.

  6. haha booa marcolis
    seria interessante tbm especificarem a idade dos PJs em que ocorreu essas histórias, pra ter uma noção cronológica!
    gostei das histórias que já recebemos

  7. Ai…ai…

    O baixinho sempre recorrendo às mais desmedidas mentiras para tentar se livras dos problemas que ele mesmo cria…

    Mas fazer o que, o baixinho até que é gente boa!

    Ass.: Gulok (certificando-se se todas as suas PO’s estão com ele raurauhaurahu)

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