Conto dos Últimos Encontros (10/08/11 e 24/08/11)

Galerinha, primeiro desculpa por demorar com os novos artigos, mas foi falha minha mesma “mea culpa”.

(10/08/11)

          Ingerindo a poção, uma energia tomou conta do paladino, revigorando suas forças além das naturais (ganhou uma cura completa e um pulso de cura extra) e então os aventureiros saíram do cubo, onde reencontraram o Halfling que havia ficado guardando a entrada. Novamente cavalos alados foram criados e os aventureiros abandonaram a ilha, na qual agora estava chovendo. Ao alçarem vôo, um verme púrpura surgiu por debaixo da terra, mas não foi rápido o suficiente para agarrar os aventureiros os quais logo avistaram uma bela cidade, com altas torres em metal e ainda um rio que lhe servia de fosso, como nos castelos medievais. Em alguns minutos os aventureiros chegaram em Gloamnull, a Cidade da Chuva, terra dos Genasis.

Gloamnull, A Cidade da Chuva

Genasis (Pedra, Água, Ar e Fogo)

Em Gloamnull os aventureiros pediram por pouso e colocaram seus serviços à disposição da guarda local, sendo que conheceram os “pontos turísticos” do local: A torre do feiticeiro Shadar-kai Darmond, o Templo ao demônio Dagon, o centro comercial e a taverna/estalagem do Fogo Aquecido, na qual existe um elemental do fogo aprisionado, que serve de aquecimento para o local. Após o Paladino cortejar a garçonete do local, uma genasi da água, sinais de fogo e sonoros surgiram nas muralhas, indicando uma invasão. Os aventureiros dirigiram-se a uma das muralhas onde conseguiram conter uma orda de gigantes do gelo, devendo-se notar a brilhante participação do bárbaro, o qual não conseguiu sair do lugar após falhar em sussecivos saves. Assim que os gigantes caíram, os aventureiros perceberam que há pouco mais de 300 metros dalí, em outra muralha, um Titan do Gelo tentava entrar na cidade. Deixando seus companheiros para trás, o mago, sozinho, foi encarar o Titan, aproveitando seu poder de disparar múltiplos misseis mágicos.

(24/08/11)

Quando o titan conseguiu derrubar a muralha, o mesmo já estava, e continuou, sendo atingido por vários mísseis e, em fúria, passou a perseguir o mago, conseguindo alcançá-lo e então derrubar o mesmo com poucos golpes. O mago, mesmo em combate corpo-a-corpo, continuou lutando até suas últimas forças. Ao verem o companheiro sendo atacado massivamente pelo Titan, os demais aventureiros rumaram em seu auxílio e conseguiram atrair a atenção do Titan e logo em seguida derrotá-lo, tendo em vista a quantidade gigantesca de dano sofrido pelos mísseis mágicos. Após recurar o fôlego e seus poderes de encontro, os aventureiros então foram até o portão de entrara da cidade e lá perceberam que não havia mais a guarda e quando o bardo se perguntava onde estavam os soldados remanescentes, foram surpreendidos por um Aboleth com seus serviçais, os quais eram genasis tomados pelo domínio do demônio. Em luta, na qual o paladino acertou seu único golpe do dia, atingindo o bárbaro e causando seu dano máximo, quatro dos serviçais foram mortos pelos aventureiros, sobrando assim quatro que caíram em estado de morte, quando da destruição do Aboleth. Um deles não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo antes que os aventureiros pudessem fazer algo. Os outros três, um deles o chefe da guarda da cidade, Barnei, foram salvos.

Aboleth e dois serviçais

Após recuperar as forças, Barnei voltou a integrar as forças armadas e logo voltou para agradecer os aventureios pelo apoio durante a invasão. Retornaram então ao Fogo do Aquecimento e lá ajudaram alguns feridos, sendo que o paladino teve um “afeir” com a tal garçonete. No dia seguinte foram procurados por Barnei, o qual lhes entregou diamantes astrais e ainda disse que os aventureiros poderiam escolher ítens no comércio local, às custas do governo. Passaram o dia na cidade sem maiores intrigas e então no dia seguinte receberam suas passagens para o navio astral e após comprarem os ítens que desejassem, voltaram ao plano material.

Narfell

Chegando no plano material ficaram sabendo que estava novamente ocorrendo o BILDOOBERIS, nas terras de Narfell, e então perceberam que havia passado cerca de oito meses no mundo real quando estiveram um dia na ilha do caos. Lá reencontraram Uliun, o qual feliz com o retorno dos aventureior, confraternizou com eles. O paladino, agora temendo o que poderia haver na poção, procurou pelo pajé da tribo o qual pediu que o paladino fosse em sua tenda durante aquela noite para exames. O pajé realizou alguns rituais e coletou amostra da alma do paladino, sendo que disse que somente depois de analisar a amostra poderia ter certeza do que estava ocorrendo com ele. No dia seguinte ocorreu uma reunião entre os líderes das tribos e seus prepostos, sendo que discutiram sobre a destruição de todas as criaturas, principalmente goblinoides, que estavam habitando a caverna Giantspire, liderados por Maaqua, a qual já havia enfrentado e sido derrotada pelos aventureiros. O bardo então apresentou-se dizendo que ele e seu grupo gostariam então de, depois da limpeza, ocupar a caverna e assim ter uma base de operações no plano material, proposta aceita por Uliun e também pelo chefe da tribo Jiyyd, mas rechaçada pelos demais chefes tribais, principalmente por Tur, chefe da tribo Crell, onde três dos aventureiros já estiveram presos por invasão das terras sagradas de Guecumar. E assim ficou a aventura, até nosso próximo encontro.

Conto do Último Encontro – 10/07/11

O Plano Paralelo

 

Exaustos os aventureiros resolveram por descansar na clareira, próximo da estrutura de mitral e então, quando faltavam alguns minutos para que o bárbaro e o paladino acordassem, foram atacados por três cavaleiros do inferno, montados em três pesadelos. Depois de alguns críticos de ambas as falanges, as criaturas infernais foram destruídas e os aventureiros entraram na estrutura, deixando o halfling do lado de fora, guardando a porta já que o Flávio não foi jogar.

A estrutura mostrou-se um portal para um semi-plano, dotado de várias salas de pedra, todas iguais, sendo que na primeira os aventureiros derrotaram um grupamento de archons elementais de terra. Mais à frente depararam-se com várias poções sobre uma mesa, sendo que havia um enigma e cerca de meia hora depois, os aventureiros resolveram o enigma e o bárbaro, tomando a poção correta, conseguiu atravessar e cancelar as chamas mágicas que levavam até a última sala, repleta de criaturas cristalinas que modificavam sua aparência para a dos jogadores, confundindo-os a ponto de fazer o mago, em uma de suas explosões, quase matar o bárbaro e o paladino. Destruídas as criaturas, encontraram um pilar no qual havia uma pequena caixa.

Aberta, a caixa revelou uma poção que de tanto poder mágico fez o mago desmaiar ao tentar identificá-la. O paladino, sem medo algum, tomou de um só gole a poção e somente ficará sabendo de seus efeitos na próxima aventura.


(Apesar da falta de comentários nos últimos post’s, vou continuar colocando os resumos mesmo que ninguém esteja lendo.)

Conto do Último Encontro – 06/07/11

A ILHA DO MEDO

 

Após a luta com o dragão púrpura, os aventureiro, cansados, localizaram o pequeno e improvisado covil, onde resolveram descansar. Logo nas primeiras horas os aventureiros foram surpreendidos por um bando de Drakkoth, os quis atacaram impiedosamente visando a destruição do humanoides e a pilhagem de seus pertences. O combate foi cansativo e doloroso para o bardo e o paladino, graças aos constante ataques venenosos das criatura, que acabaram derrotadas.

Revigorados, os aventureiros passaram a explorar a ilha do medo, sendo que o mago notou uma emanação arcana oriunda do centro da ilha, e então para lá rumaram. Durante a caminhada os aventureiros foram surpreendidos por um Andarilho Noturno, o qual travou combate contra eles, chegando a atingir o paladino com a magia Dedos da Morte. Usando poderes diários e pontos de ação, os aventureiros conseguiram destruir a entidade maléfica, quando foram teletransportados, juntamente com a ilha, para um novo plano e então, revendo a luz do dia.

Quando chegavam próximos do centro da ilha, à distância, os aventureiros avistaram uma grande  estrutura metálica envolta em uma aura mágica e guardada por um Beholder. Durante a batalha com a aberração, o paladino foi atingido por um raio necrótico que caso ele caísse a 0 pontos de vida, seria imediatamente transformado em um morto vivo sob o controle do Beholder, o que deixou o combate tenso. O grupo acabou conseguindo destruir a besta mágica e então chegaram até a estrutura.

O mago utilizou-se de um ritual e arrombou o escudo mágico e então puderam ver que a estrutura, com tamalho de 2m nos quatro lados e 3m de altura era feita de miral enegracido e que haviam várias palavras escritas no mesmo, em várias línguas e sempre dizendo “NÃO ENTRE”. Ignorando completamente o aviso (como era de se esperar) o patrulheiro passou a procurar por uma forma de abrir a estrutura, e assim conseguiu. Quando a porta desceu, todos ficaram aguardando até Domingo, em nosso próximo encontro.

Conto do Penúltimo Encontro 01/07/11

Olá amigos!

Gostaria de me desculpar por não ter feito o post da aventura logo depois, mas ai vai:

BEM VINDOS AO FEYDARK

Chegando em Feydark, os aventureiros dirigiram-se até um cidade construída na fenda de uma montanha. Ao aproximarem-se da cidade, construída em enorme escala, foram recepcionados por uma guarda de cinco humanos, um deles montado em um lagarto gigante. Após a guarda certificar-se das intenções de simples passagem, os aventureiros foram liberados a ter acesso |à cidade, não antes de nosso Bardo, Idan Wolf, apresentar-se formalmente e o batedor que lhe ouvia dar um sorriso irônico e quando virou-se, transformou-se em um lobo e foi seguido por seus companheiros para dentro da cidade.

Lá encontraram um taberna na qual Idan apresentou-se para os licantropos e ciplopes que lá estavam, tendo contato com o singelo taberneiro, um gnomo feiticeiro. Durante a festa uma criança aproximou-se e entregou uma carta para os aventureiros, transformando-se então em um filhote de lobo e deixando o local.

A carta era um convite do Rei Bronnor, de Harrowhame, atendeu os aventureiros durante sua peculiar refeição: Ele comia uma gigantesca coxa cozida (de um dragão negro) e solicitou a ajuda dos aventureiros em uma matéria diplomática. Bronnor pediu que os aventureiros levassem até Mag Tureah uma carta de boas intenções, dizendo que gostaria de entrar em paz com Mag Tureah para reatar antigos laços comerciais, entregando-os como parte do pagamento, um diamante astral. Os aventureiros, impressionados com a atenção e generosidade do rei fomoriano, aceitaram a missão.


Durante a viagem para Mag Tureah, os aventureiros foram acompanhados por um mago licantropo, o qual prontificou-se em desvendar os sgredos do livro do fomoriano encontrado na caverna de Krionar, e acabou ficando com o livro, antes de abrir um portal temporário por sobre o mar das trevas.

Quando os aventureiros aproximavam-se de Mag Tureah, foram recepcionados por um diabo que recebendo a carta, autorizou a entrada dos aventureiro. Com os portões de Mag Tureah abertos, um grande portal surgiu lá perto e então fomorianos, ciclopes e licantropos de Bronnor surgiram e entaram invadir Mag Tureah, mas acabaram frustrados pelas defesar da grande cidade fomoriana. Os aventureiros acabaram presos e interrogados quando então informaram sobre a trama de Bronnor e que haviam sido iludidos pelo mesmo, passando então informações sobre a cidade da montanha fendida.

Em pouco tempo Mag Tureah organizou uma investida contra Bronnor e conseguiu capturá-lo, levando-o até a grande cidade fomoriana e entregando-o, acorrentado e indefeso, a drogões negros para a morte por dilaceração (“devoramento”). Diante da vitória várias festas passaram a ocorrer em Mag Tureah e novamente Idan, o bardo, assumiu a frente das apresentações e passou a entreter os licantropos e diabos presentes. Em um brilho de lucidez, o paladino percebeu que os aventureiros estavam confraternizando com criaturas malignas e que tal fato não seria bom para a reputação dos mesmos, por assim dizer.

Quando preparavam-se para deixar Mag Tureah, um pequeno terremoto ocorreu, mas isso não deteve os aventureiros que resolveram então deixar aquele plano maléfico. Durante um descanso, Idan recebeu mensagem telepática de Thrumbolg, o primeiro senhor fomoriano e rei de Mag Tureah, solicitando que voltassem para uma missão. Temendo a natureza desleal dos fomorianos, resolveram então explorar a Ilha do Medo, que fica no Mar das Trevas, onde reina o Caos! Durante um descanso, antes de irem até a ilha, foram atacados por três troll e seu senhor, um Devorador de Mentes (mendes)!

Com os cavalos alados, os aventureiros foram até a ilha, onde foram recepcionados por um dragão púrpura, que os derrubou no ilha e travou combate com os mesmos, sendo derrotado.

Exaustos e temendo por suas vidas, os aventureiros aguardaram pela próxima aventura.

Conto do Último Encontro – 05/06/11

Finalmente a exploração em busca do Dragão Kryonar teve sua continuidade.

Os aventureiros passaram a explorar o labirinto de cavernas do monte Nar, onde tiveram outro encontro com Cyplopes e outras criaturas Feéricas. Em uma das câmaras da caverna, acabaram encontrando um Formoriano e um cambion, os quais igualmente foram derrotados. Em poder do Formoriano, encontraram um gigantesco livro, com as páginas em branco, o qual acabou não revelando seus segredos e então foi diminuído até um tamanho aceitável e armazenado pelos aventureiros. Depois de circularem sem direção pelos incontáveis túneis da galeria, e é claro alguns escorregões durante as escaladas, acabaram resolvendo descer dentro de uma grande fenda que cortava o grande salão da caverna. Dentro da fenda acabaram por encontrar Kryonar, um dracolich que ainda possuia traços de sua vida como dragão branco.

O começo do combate foi tenso, já que Kryonar conseguiu aprisionar todos os aventureis em jaulas de gelo. O Halfiling teve uma brilhante recuperação, conseguindo se soltar de sua prisão antes de seus amigos, e então passou a disparar suas flechas contra o dragão zumbi. O combate contra o dragão acabou mostrando-se fácil, já que Kryonar era vulnerável à rima do fogo do bardo e aos ataques de fogo do mago e ataques radiantes do paladino. Combos extraordinários surgiram quando tanto o mago quanto o bárbaro, potencializados pelos poderes arcanos do bardo, causaram 140 de dano, cada, em um turno, no dragão que acabou cercado e derrotado. Incrível também o fato do Halfling ter conseguido deixar o dragão atordoado, o que o fez perder a oportunidade de sopro quando começou a sangrar.

 Mais à frente, na fenda, encontraram uma parede mágica de gelo e energia necrótica, sendo que ainda possuia um campo de força que somente permitia a entrada de criaturas draconianas. O Paladino então banhou-se no pouco sangue que escorria do couro rasgado do dragão e então atingiu a parede com golpes radiantes, que romperam a parede necrótica, enquanto o mago lançava mísseis mágicos, que romperam a parede gélida. Graças ao sangue draconiano que tocou o campo de força, a barreira foi quebrada e os aventureiros tiveram acesso ao tesouro de Kryonar, onde encontraram ítens poderosos para auxiliá-los em suas buscas.

Depois de um descanso longo, resolveram continuar explorando a fenda e notaram que os ossos de Kryonar estavam se reagrupando, indicando assim que em alguns dias Kryonar poderia ressurgir. Depois de alguns dias descendo pela fenda, os aventureiros perceberam que estavam em um túnel que liga o plano material a outro plano, o qual vieram a saber tratar-se do FEYDARK!

Sejam Bem vindos ao FEYDARK, aventureiros!