Conto do Último Encontro – 06/07/11

A ILHA DO MEDO

 

Após a luta com o dragão púrpura, os aventureiro, cansados, localizaram o pequeno e improvisado covil, onde resolveram descansar. Logo nas primeiras horas os aventureiros foram surpreendidos por um bando de Drakkoth, os quis atacaram impiedosamente visando a destruição do humanoides e a pilhagem de seus pertences. O combate foi cansativo e doloroso para o bardo e o paladino, graças aos constante ataques venenosos das criatura, que acabaram derrotadas.

Revigorados, os aventureiros passaram a explorar a ilha do medo, sendo que o mago notou uma emanação arcana oriunda do centro da ilha, e então para lá rumaram. Durante a caminhada os aventureiros foram surpreendidos por um Andarilho Noturno, o qual travou combate contra eles, chegando a atingir o paladino com a magia Dedos da Morte. Usando poderes diários e pontos de ação, os aventureiros conseguiram destruir a entidade maléfica, quando foram teletransportados, juntamente com a ilha, para um novo plano e então, revendo a luz do dia.

Quando chegavam próximos do centro da ilha, à distância, os aventureiros avistaram uma grande  estrutura metálica envolta em uma aura mágica e guardada por um Beholder. Durante a batalha com a aberração, o paladino foi atingido por um raio necrótico que caso ele caísse a 0 pontos de vida, seria imediatamente transformado em um morto vivo sob o controle do Beholder, o que deixou o combate tenso. O grupo acabou conseguindo destruir a besta mágica e então chegaram até a estrutura.

O mago utilizou-se de um ritual e arrombou o escudo mágico e então puderam ver que a estrutura, com tamalho de 2m nos quatro lados e 3m de altura era feita de miral enegracido e que haviam várias palavras escritas no mesmo, em várias línguas e sempre dizendo “NÃO ENTRE”. Ignorando completamente o aviso (como era de se esperar) o patrulheiro passou a procurar por uma forma de abrir a estrutura, e assim conseguiu. Quando a porta desceu, todos ficaram aguardando até Domingo, em nosso próximo encontro.

Conto do Penúltimo Encontro 01/07/11

Olá amigos!

Gostaria de me desculpar por não ter feito o post da aventura logo depois, mas ai vai:

BEM VINDOS AO FEYDARK

Chegando em Feydark, os aventureiros dirigiram-se até um cidade construída na fenda de uma montanha. Ao aproximarem-se da cidade, construída em enorme escala, foram recepcionados por uma guarda de cinco humanos, um deles montado em um lagarto gigante. Após a guarda certificar-se das intenções de simples passagem, os aventureiros foram liberados a ter acesso |à cidade, não antes de nosso Bardo, Idan Wolf, apresentar-se formalmente e o batedor que lhe ouvia dar um sorriso irônico e quando virou-se, transformou-se em um lobo e foi seguido por seus companheiros para dentro da cidade.

Lá encontraram um taberna na qual Idan apresentou-se para os licantropos e ciplopes que lá estavam, tendo contato com o singelo taberneiro, um gnomo feiticeiro. Durante a festa uma criança aproximou-se e entregou uma carta para os aventureiros, transformando-se então em um filhote de lobo e deixando o local.

A carta era um convite do Rei Bronnor, de Harrowhame, atendeu os aventureiros durante sua peculiar refeição: Ele comia uma gigantesca coxa cozida (de um dragão negro) e solicitou a ajuda dos aventureiros em uma matéria diplomática. Bronnor pediu que os aventureiros levassem até Mag Tureah uma carta de boas intenções, dizendo que gostaria de entrar em paz com Mag Tureah para reatar antigos laços comerciais, entregando-os como parte do pagamento, um diamante astral. Os aventureiros, impressionados com a atenção e generosidade do rei fomoriano, aceitaram a missão.


Durante a viagem para Mag Tureah, os aventureiros foram acompanhados por um mago licantropo, o qual prontificou-se em desvendar os sgredos do livro do fomoriano encontrado na caverna de Krionar, e acabou ficando com o livro, antes de abrir um portal temporário por sobre o mar das trevas.

Quando os aventureiros aproximavam-se de Mag Tureah, foram recepcionados por um diabo que recebendo a carta, autorizou a entrada dos aventureiro. Com os portões de Mag Tureah abertos, um grande portal surgiu lá perto e então fomorianos, ciclopes e licantropos de Bronnor surgiram e entaram invadir Mag Tureah, mas acabaram frustrados pelas defesar da grande cidade fomoriana. Os aventureiros acabaram presos e interrogados quando então informaram sobre a trama de Bronnor e que haviam sido iludidos pelo mesmo, passando então informações sobre a cidade da montanha fendida.

Em pouco tempo Mag Tureah organizou uma investida contra Bronnor e conseguiu capturá-lo, levando-o até a grande cidade fomoriana e entregando-o, acorrentado e indefeso, a drogões negros para a morte por dilaceração (“devoramento”). Diante da vitória várias festas passaram a ocorrer em Mag Tureah e novamente Idan, o bardo, assumiu a frente das apresentações e passou a entreter os licantropos e diabos presentes. Em um brilho de lucidez, o paladino percebeu que os aventureiros estavam confraternizando com criaturas malignas e que tal fato não seria bom para a reputação dos mesmos, por assim dizer.

Quando preparavam-se para deixar Mag Tureah, um pequeno terremoto ocorreu, mas isso não deteve os aventureiros que resolveram então deixar aquele plano maléfico. Durante um descanso, Idan recebeu mensagem telepática de Thrumbolg, o primeiro senhor fomoriano e rei de Mag Tureah, solicitando que voltassem para uma missão. Temendo a natureza desleal dos fomorianos, resolveram então explorar a Ilha do Medo, que fica no Mar das Trevas, onde reina o Caos! Durante um descanso, antes de irem até a ilha, foram atacados por três troll e seu senhor, um Devorador de Mentes (mendes)!

Com os cavalos alados, os aventureiros foram até a ilha, onde foram recepcionados por um dragão púrpura, que os derrubou no ilha e travou combate com os mesmos, sendo derrotado.

Exaustos e temendo por suas vidas, os aventureiros aguardaram pela próxima aventura.

Conto do Último Encontro – 05/06/11

Finalmente a exploração em busca do Dragão Kryonar teve sua continuidade.

Os aventureiros passaram a explorar o labirinto de cavernas do monte Nar, onde tiveram outro encontro com Cyplopes e outras criaturas Feéricas. Em uma das câmaras da caverna, acabaram encontrando um Formoriano e um cambion, os quais igualmente foram derrotados. Em poder do Formoriano, encontraram um gigantesco livro, com as páginas em branco, o qual acabou não revelando seus segredos e então foi diminuído até um tamanho aceitável e armazenado pelos aventureiros. Depois de circularem sem direção pelos incontáveis túneis da galeria, e é claro alguns escorregões durante as escaladas, acabaram resolvendo descer dentro de uma grande fenda que cortava o grande salão da caverna. Dentro da fenda acabaram por encontrar Kryonar, um dracolich que ainda possuia traços de sua vida como dragão branco.

O começo do combate foi tenso, já que Kryonar conseguiu aprisionar todos os aventureis em jaulas de gelo. O Halfiling teve uma brilhante recuperação, conseguindo se soltar de sua prisão antes de seus amigos, e então passou a disparar suas flechas contra o dragão zumbi. O combate contra o dragão acabou mostrando-se fácil, já que Kryonar era vulnerável à rima do fogo do bardo e aos ataques de fogo do mago e ataques radiantes do paladino. Combos extraordinários surgiram quando tanto o mago quanto o bárbaro, potencializados pelos poderes arcanos do bardo, causaram 140 de dano, cada, em um turno, no dragão que acabou cercado e derrotado. Incrível também o fato do Halfling ter conseguido deixar o dragão atordoado, o que o fez perder a oportunidade de sopro quando começou a sangrar.

 Mais à frente, na fenda, encontraram uma parede mágica de gelo e energia necrótica, sendo que ainda possuia um campo de força que somente permitia a entrada de criaturas draconianas. O Paladino então banhou-se no pouco sangue que escorria do couro rasgado do dragão e então atingiu a parede com golpes radiantes, que romperam a parede necrótica, enquanto o mago lançava mísseis mágicos, que romperam a parede gélida. Graças ao sangue draconiano que tocou o campo de força, a barreira foi quebrada e os aventureiros tiveram acesso ao tesouro de Kryonar, onde encontraram ítens poderosos para auxiliá-los em suas buscas.

Depois de um descanso longo, resolveram continuar explorando a fenda e notaram que os ossos de Kryonar estavam se reagrupando, indicando assim que em alguns dias Kryonar poderia ressurgir. Depois de alguns dias descendo pela fenda, os aventureiros perceberam que estavam em um túnel que liga o plano material a outro plano, o qual vieram a saber tratar-se do FEYDARK!

Sejam Bem vindos ao FEYDARK, aventureiros!

Conto do último encontro – 10/04/11

A LUTA CONTRA OS BÁRBAROS COMEÇOU

… então o combate começou com a bola de fogo do mago e em seguida os bárbaros cercaram os aventureiros e golpes e mais golpes foram dados por ambas as partes. Os poderes de cura do bardo e do paladino aos poucos foram se esvaindo, assim como os dos líderes dos bárbaros. Sangue foi derramado nas duas falanges em contenda e a vantagem da maioria numérica acabou prevalecendo, quando os aventureiros, pela primeira vez, acabaram sendo derrotados em campo de batalha, apesar de terem derrubado o maior e melhor do bárbaros. O Mago e o Patrulheiro, aproveitando-se da vantagem de estarem distantes do combate corpo-a-corpo, acabaram deixando o campo de batalha ao verem o bardo, o paladino e o bárbaro caírem graças aos golpes incessantes dos furiosos bárbaros que guardavam Guecumar.

Separados, o mago e o patrulheiro procurar por Uliun, na tribo Peltarch, onde narraram os fatos e o líder Uliun enviou um diplomata para negociar a soltura dos heróis de Narfell. O Paladino, o Bárbaro e o Bardo acabaram prisioneiros, somente sendo soltos graças a negociações e a promessa de que Peltarch ajudaria comercialmente a tribo Crell.

Reagrupados em Peltarch, os aventureiros tentam reanimarem-se após a derrota e resolvem então procurar pela destruição do Dragão Kryonar, partindo para o Monte Nar, habitat do Grande Dragão Branco.

 

Utilizando-se do mapa encontrado na Velha Peltarch, começam e explorar a caverna de Kryonar, onde acabam encontrado algumas criaturas feéricas, as quais  foram facilmente destruídas pelos aventureiros, apesar do cataclisma de um dos mísseis mágicos do mago ter errado o alvo.

Novamente com o sabor da vitória nos lábios, os aventureiros, revigorados de coragem, preparam-se para continuar a exploração.

Conto do Último Encontro (13/03/11)

Espada Bélica - Símbolo do Exército de ImpilturEspada Bélica – Símbolo do Exército de Impiltur

 

Os aventureiros continuaram a campanha e identificaram que o círculo de teleporte era de “mão única” e levava até o subterrâneo das Ruínas de Guecumar, uma cidade abandonada há anos e que era guardada pelo Clã Creel, um dos mais emergentes de Narfell. enquanto discutiam se entrariam ou não no círculo, ouviram uma criatura se aproximando, em direção do círculo de teleporte, com a chegada do mesmo perceberam que era um humano, em plena modificação corporal para um demônio e então iniciaram a batalha com a criatura. Durante o combate o bárbaro, que rastreava a criatura, chega investindo e com o auxílio de todos, a criatura, que aumentava de tamanho durante o combate, é destruída.

O bárbaro então conta que ficara sabendo que pessoas estava desaparecendo em New Sarshel e que algo de estranho poderia estar ocorrendo em uma torre abandonada. Ele então ficou de prontidão na cidade e acabou por encontrar um homem o qual carregava um grande saco com algo pesado dentro, grande o suficiente para caber uma pessoa. Tal homem entrou na torre e cerca de uma hora depois, quando saiu, já estava modificado, com olhos vermelhos e com a musculatura rompendo sua pele. Seguiu a criatura pela floresta, e acabou chegando no círculo onde reencontrou seus companheiros. O grupo então resolveu por investigar a torre e retornou a New Sarshel, sendo que encontraram a torre vazia e no alto da mesma uma pedra altar com uma pedra púlpito, das quais emanava energia divina. Depois de alguns rituais mágicos e estudos sobre as pedras, perceberam que a forma de acionar o sistema seria através de um sacrifício, o qual, (acreditem!) depois de alguma discussão, foi descartado. O Paladino Caótico então resolveu por profanar aquele local destruíndo o altar e a pedra púlpito, depois de ter tentado consagrá-lo, sem sucesso.

Voltando para o círculo, os aventureiros resolveram por entrar no mesmo e saíram no fundo de uma caverna e seguindo adiante por um corredor onde encontraram um salão amplo no qual travaram combate com vários demônios que lá estavam, de raças e tamanhos diferentes, dentre eles o Wendigo fujão, além de uma bruxa Tiefling. Ponto para o Demônio de Espinhos e sua habilidade de Dominação em Massa.

Depois de muito sangue demoníaco derramado, os aventureiros continuaram explorando o local e encontraram a parte subterrânea da cidade de Guecumar, a qual estava abandonada. Subindo para o nível superior, encontraram as ruínas da cidade e durante a exploração perceberam que havia guardas bárbaros ao redor da cidade, logo depois de uma baixa mureta que circundava o local. Os aventureiros passaram então a decidir o que fariam e apesar do Bardo ter a brilhante idéia de tentarem sair sem serem percebidos pelos guardas, o Paladino resolveu por ir conversar com os guardas e dizer que eles haviam matado os demônios que habitavam o subsolo. Quando foram avistados pelos guardas, o Paladino apresentou-se como servo de Kord, dizendo que queria conversar. Os guardas, ao perceberem a invasão não autorizada do local para o qual foram postos para guardar com a própria vida, mandaram que o paladino se desarmasse, além de chamarem por reforços. O Paldino então pega a cabeça decaptada do Wendigo e a exibe no alto, desobedecendo a ordem da guarda, e então os bárbaros entraram na cidade proibida e vão em direção dos aventureiros, mandando que se rendam. Novamente desatendendo à ordem, os aventureiros armam-se e o nosso mago arremessa uma bola de fogo contra os guardas da tribo Creel, iniciando um combate que ficou para a próxima sessão.

Conto do último encontro – Carnanerd

Olá Colegas Nerd’s

Em nosso último encontro, em pleno sábado de carnaval, novamente nos reunimos para a continuação das aventuras do “gruposemnomequeveiodeoutradimensãosobasgraçasdadeusadasabedoriaesalvou- narfelldainvasãoimpilturiana”.

Pois bem, após a chegada do transporte para os aventureiros, propiciada pela Espada Bélica, nome da patrulha de fronteira de Impiltur, uma águia gigante, todos foram levados até a cidade de New Sarshel, onde ficaram por boa parte da tarde, até que o Grande Conselho fosse reunido. Foram então recebidos no conselho, onde conheceram o Lord Behroun, chefe da família Marhana, o qual tinha a clara impressão de estar morto, apesar de estar vivo. Chegaram á conclusão de que vestes mágicas, com fortes emanações necromânicas, “certamente criada com o sangue de centenas de virgens” (hauahauahauh), estarai mantendo a vida do Lord. O Bardo realizou um explêndido discurso informando que restituía o sagrado símbolo da realiza de Impiltur em nome de Uliun e de toda a Narfell, para que a guerra fosse suspensa, entregando então a espada para o putrefato lord, o qual foi imediatamente aclamado Rei.

Durante a noite comemoram em uma taverna de Impiltur e graças à … digamos … falta de tato do nosso nobre paladino quase caótico, uma briga começou no bar, e depois de muito sangue espirrado e algumas flechadas do dono do bar, a luta acabou esvaindo-se, pouco antes da chegada da guarda. No dia seguinte os aventureiros ficaram sabendo da morte do Rei Behroun e que seu filho iria suceder ao trono. Os aventureiros resolveram seguir viagem, intencionados a destruir o Dragão Krionar, o qual há vários meses não é mais visto rondando o topo do monte Nar.

Utilizando os cavalos de viagem criados pelo mago, estavam atravessando a floresta da Madeira Parda (dunwood) quando o pequeno patrulheiro notou algumas árvores de casca acinzentada, e pelo que pode notar, estavam exatamente colocadas em um grande círculo. O mago lembrou-se um uma antiga lenda, conhecida ainda no outro plano, de uma floresta habitada por eladrin’s que havia sido tomada por hobgoblins, e que os eladrin’s realizaram um ritual para a destruição dos goblinoides, mas os eladrin’s acabaram transformando-se em árvores cinzentas. Procurando então pelo centro do círculo, os aventureiros acabaram encontrando um círculo de teleporte, o qual estava guardado por um Wendigo (demônio canibal) e seus aliados, animais atrozes que atendiam ao seu comando. Depois de destruírem os animais e diante da aparente fuga do Wendigo, os aventureiros passaram a analisar o círculo de teleporte, e depois de um resultado épico em um teste de arcana, ficaram aguardando até a próxima sessão para saber para onde leva o círculo.

P.S.: O Bárbaro ficou em Impiltur representando o Estado de Narfell durante os trabalhos fúnebres para o Rei. (já que o Leopoldo resolveu ir para Muzambinho/MG para pular carnaval, vê se pode? Preferir música alta, garotas altamente embriagadas e com pouca roupa a ficar em Sertãozinho tomando chuva e jogando rpg com os amigos)

Durante a sessão recebemos a visita do Marquinhos, vulgo “Encantado”, e do Anderson, vulgo “Polga”, os quais não tinham nada de melhor para fazer num sábado de carnaval do que presenciar o nosso louvado “CARNANERD”